31.10.14

Soltar a mão...


... com linhas e apontamentos de cor.
 
 
 
 

28.10.14

Estrelas...


 
... e constelações?

 

 
 
Novas viagens do menino Tristão?

 
:)
 
 


27.10.14

'Dia das Bibliotecas Escolares'


Lugares de magia.
Lugares de encontro.
Lugares de sabedoria.
Lugares mais e mais atentos à "caça de talentos".


Lugares de passado-presente-futuro.

Lugares que existem para ser habitados!


















25.10.14

Sem pretexto


Sair para caminhar. Perto do rio, dos caniços à ponte cor de rosa.
As mãos tiram da mochila uma rolha e dois discos em cortiça. Para ginásticas acrobáticas brincadas, testando reflexos e destreza de braços. Coordenação de movimentos.
Há pavimento com placas rectangulares entre a relva prado. Um percurso que convida a jogar. Sem pretexto. Saltitar, cruzar os pés, rodar o corpo.
Sente-se o sol quente cruzando a humidade nocturna ainda presente. Nas árvores, nos demais elementos envolventes.
Algumas folhas deslizam no ar. Em suave sentido vertical descendente. Porque é outono, porque é já tempo de mudança. Ou sem pretexto, também.
Sentir alegre, sentir criança.
Criança?
Os adultos precisam de pretexto para brincar?
Por vezes é tão fácil e simples estar aqui, ser aqui, no mundo.


(sem data, por opção)


23.10.14

Ideias provocatórias...

 
... para uma das próximas apresentações de «Vendedor de Sapatos».
 
 
Vais correr de saltos altos?
Nadar com galochas?
Saltar em altura calçando tamancos?
 
?!!
 


22.10.14

'Espontâneos'


«
Espontâneo 40

Será que ter saudades é esperar a surpresa?
Será que é gostar?
Será que é procurar ser feliz?
»

ESPONTÂNEOS: O RETRATO DE UM PROCESSO COREOGRÁFICO - SARA ANJO, Edições Colibri, 2010, p47


20.10.14

Nos bastidores...



 
 
... e no espaço de acção.
 
 
 
 
 
 
 
 
Ela brinca,
ela canta,
ela dança,
ela escuta,
ela interage,
ela sorri,
ela toca piano,
ela "voa"...
 
Ela é Inesa Markava.
E eu falo com ela por vezes esquecendo que a Língua Portuguesa não é a sua língua materna.
Mas ela, ela também aprende línguas com facilidade!
 
 
 
 
Ela é discreta mas entrega-se plenamente a cada projecto.
É uma honra para mim, podermos coreografar «Vendedor de Sapatos».
 
~
 
Sessão de apresentação dia 19 de Outubro de 2014
na Galeria da Fundação Caixa Agrícola de Leiria
 
(Fotografias por Clara Marques, excepto 1ª)
 
 
 

14.10.14

«

 
Já leram a história do «Vendedor de Sapatos»?
 
Que tal treinar a aprendizagem de línguas com jogo/dicionário ilustrado?
Alemão, Espanhol, Francês, Inglês e Russo
 
Na escola, em família, numa festa ou em viagem… divirtam-se!!!
 
 
 
 

 
MATERIAL
1 bolsa
8 cartões páginas ilustrações
5 conjuntos x 54 cartões palavras
 
SOB ENCOMENDA
a partir de 19 de Outubro
 
 
 
 


8.10.14

viagens de negócios


O «Vendedor de Sapatos» que viaja para longe precisa ir aprendendo outras línguas, sim?
 
Novidades... em breve!
 
 

3.10.14

Uma questão de treino?

 

 
:)
 


1.10.14

'Dia Internacional da Música'



 
fragmento de pintura «Infinito» | acrílico sobre tela
 
Set' 14
 
 


30.9.14

Os estendais...


...nos pátios das casas são iguais em muitos lugares e gerações.

Na minha infância memória também houve brincadeiras-tarefas assim, com a mãe, a avó, os irmãos...
e abelhas enebriadas pelos odores de roupa lavada.

«
One day they were folding sheets, air-dried from the line. Suddenly, as if to herself, but loud enough for Martha to hear, her mother said, 'This is the only thing you need two people for.'
They carried on in silence. Stretch wide (arms not long enough yet, Martha), up, grip at the top, drop the left hand, catch without looking, stretch sideways, pull, over and again and catch, then pull, pull (harder, Martha), then cross to meet, up to Mummy's hands, down and pick up, one last pull, fold, hand it over, and wait for the next.
The only thing you needed two people for. When they pulled, there was something which ran through the sheet which wasn't just pulling the creases out of the sheet, it was more, something between the two of them. A strange sort of pulling, too: you pulled first as if wanting to get away from the other person, but the sheet held you, and then seemed to yank you back off your heels and towards one another. Was that always there?
»

ENGLAND, ENGLAND por JULIAN BARNES - Edição Picador, 1999, p21
















 
 


26.9.14

'Dia Europeu das Línguas'

 
Livro « VENDEDOR DE SAPATOS »
 
em português
em inglês
com ilustrações
...
 
Dá para muitos "públicos", sim?
 


24.9.14

Agenda

 
 
- «Vendedor de Sapatos», onde vais no dia 25 de Setembro?
 
- Vou ao Jardim de Infância «O Dominó» apresentar-me às crianças de 3, 4, 5 e 6 anos!
 
 
 
 


21.9.14

mitos


«
Diário de Gibelin

1 de Junho de 1945.

(...)
Quem foi o imbecil que disse que o Homem vive de pão? Vive de mitos e para seu prazer inventa paraísos.
Nós estamos a viver um milagre, nesta aldeia que conservou os seus costumes, os seus ritos e as suas superstições. Noudeng, a mulher de Chouc, está grávida. Por ordem do feiticeiro, deixou de comer larvas de abelhas, tamarindos, beringelas, para que a criança não venha a ser turbulenta; nunca mais se pintou, para não ser vaidosa; evita de saltar por cima da correia do búfalo, para não ser gulosa e não se senta no último degrau da escada, para não atrasar o parto. Quando tem de tomar banho, ao fim do dia, deve voltar-se para o sol poente e alisar o cabelo com caudas de enguias. Deste modo, a criança sair-lhe-á do ventre com a facilidade dos movimentos da serpente.
Noudeng é muito bela e desejo-lhe que ponha cá neste mundo uma rapariga parecida com ela. Chouc, claro está, sonha com um rapaz.
(...)
»


OS TAMBORES DE BRONZE por JEAN LARTÉGUY
Livraria Bertrand, 2ª Edição, 1965 (?), p241

19.9.14

A Bondade...

 
...é urgente.
 
 
É urgente a travessia que nos permita ser reflexo de luz uns para os outros.
 
 


15.9.14

Aprender, Brincar, Crescer



 
Poesia Visual | Caderno III | Folha 7
 
15 Setembro 2012


14.9.14

Livros em trânsito


20 Setembro
> O MENINO QUE ACORDAVA AS ESTRELAS > Lisboa > Livraria Cabeçudos

25 Setembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Infantário e Jardim de Infância O Dominó

02 Outubro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Coruche > Feira do Livro

19 Outubro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Galeria Fundação Caixa Agrícola

08 Novembro
> O MENINO QUE ACORDAVA AS ESTRELAS > Santarém > Biblioteca Municipal

15 Novembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Livraria Arquivo

22 Novembro
> O MENINO QUE ACORDAVA AS ESTRELAS > Leiria > Biblioteca Municipal

27 Novembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Estabelecimento Prisional Especial (Prisão Escola)


29 Novembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Pombal > Biblioteca Municipal

02 Dezembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Natal no País dos Livros


06 Dezembro
> VENDEDOR DE SAPATOS > Leiria > Espaço Eça

13 Dezembro
> O MENINO QUE ACORDAVA AS ESTRELAS > Pombal > Biblioteca Municipal



8.9.14

» » »

 
 
DIA
MUNDIAL
DA
ALFABETIZAÇÃO
 
TODAS AS PESSOAS
TODOS OS LUGARES
 


4.9.14

Espécie rara...


...ao amanhecer.
 
 
 Que(m) procuras?
 

 
 
 



26.8.14

Camisola...

 
...para um trompetista.
 
Sei para quem é ;) mas não posso dizer.
"Entre marido e mulher ninguém meta o talher."
 
 
 
«Trompete» - tam/L unisexo
 
 


19.8.14

'Dia Mundial da Fotografia'


«
Deus! Que surpresas tens para mim!
Não tinha nem pousado este meu caderninho quando Irmã Clara perguntou se eu queria ir com Stélio buscar os cocos que havia encomendado. Sim, claro… Vou só pousar o caderno…



Fomos à Missão de Mongué, a 15km de Maxixe. Para lá de Chicuque e Nhabanda. É uma antiga missão que está agora abandonada. Um lugar fantástico voltado para a baía, numa zona onde esta entra já bem terra a dentro.


Aí estava uma mamã que nos pediu que a acompanhássemos até aos cocos. Lá a seguimos, pelo mato, no seu passo ágil e confiantemente apressado (apesar da sua idade). Por vezes eu parava para fotografar e depois dava uma corridinha. Tão pouco falam as fotografias daquilo que vi!!



O caminho era subido e de repente estamos num miradouro sobre a baía… Que lugar! Só consigo pensar Obrigada! Este foi um daqueles instantes de emoção forte para o olhar, dos que nos deixam sem fôlego! A baía a beijar a terra! Os coqueiros inclinados sobre a água, dançados pelo vento! E as palhotas… ali, apenas, nesse silêncio isolado, paraíso de paz…


Sinto-me honrada por poder gozar esse momento, esse lugar que os olhos bebem admirados. A conversa ‘dialectada’ que não percebo: entre a mamã, Stélio, o rapaz apanhador de cocos… o pequenito gato que nos roça os pés. O contar de cocos, a ‘discussão’ amiga do preço, e por fim o ‘papá’ que é o dono dos cocos. Saúda-nos num português correctíssimo, que denuncia ainda o convívio com os portugueses de outros tempos. O seu pedido de desculpa por não conseguir os 200 cocos pretendidos… Obrigada… Adeus… Deus convosco no regresso… O aperto de mãos moçambicano, sempre respeitoso.


Descemos.
Já escureceu. Escutam-se grilos ou cigarras.
O que quero é deixar pousar em mim todo este momento, este privilégio…



Sinto ainda nos pés o calor apressado da subida, o leve latejar quente do sangue sob a pele. Tenho areia e pó nas sandálias - como presença desta terra acolhedora – mas não as descalço ainda…

Tão simples os paraísos da vida

E tanto, que as palavras também não sabem dizer…
»


Diário, 27 Set 2005

18.8.14

? » novo livro !

 
Vou publicar um livro. 
Sim, um livro infantil com texto e ilustrações de minha autoria e produção editorial Textiverso Lda.
Com a prova tipográfica em mãos - entusiasmada q.b. - venho anunciar que está aberta a fase para encomendas.
 
Uma história em família sobre distâncias e aprendizagens.
Uma carrinha branca e sapatos de muitas cores.
Um livro para ler ver em português e em inglês.
Um pretexto para conversar... e também
- porque não - pesquisar sobre a Indústria do Calçado.
 
 
Formato 23x15cm | 24 pp | Preço de lançamento: 6,50€
 
 
Quanto às sessões de apresentação, breve breve estarão a acontecer!
 
 

17.8.14

'Debaixo de Algum Céu'


«Frederico está orgulhoso da sua obra, da história que inventou e de ter sido capaz de a contar num desenho. Há-de desenhar também a história dos cavalos negros que voam sobre o mar, da ilha dos monstros azuis, de um país sem adultos, de um homem que era peixe e não se afogava nunca, nem na água nem fora dela.
Já não tem medo, porque pode inventar coisas e torná-las visíveis e boas. Se as ondas forem altas, ele desenha-se maior; se vier a trovoada, há-de ser ele a escolher os lugares onde caem os raios. Aos monstros e às feras desenhar-lhes-á tropeços que bastem para que o não alcancem. Que poder tão grande que tem...»


DEBAIXO DE ALGUM CÉU - NUNO CAMARNEIRO, 2013, p191

13.8.14

?

 
"Mais vale tarde do que nunca."
 

E acreditem que está quase a chegar!
 
:]