11.2.20

preparando magia...


...para desfile de Carnaval da menina MLM :)



*


também via CTT...


...num envelope destinado ao menino DMH.




ainda "à boleia"




(composições de cortiça sobre cartão)


7.2.20

à boleia

Pediram-me para criar mais uns jogos "três em linha"...

(cabanas X iglus) 



 (cubos X gomos)



 (malmequeres X trevos)


...e depois, seguindo à boleia, aproveitei para fazer outras peças.
Aqui fica a montra final!



4.2.20

via CTT...


...num envelope destinado ao menino PMH.


Topas?

trama ou tramóia?


tubo de cartão, lã, contas de madeira


31.1.20

outro mês de persistência?


papel A4
esferográficas e/ou marcadores de feltro

03.01

08.01

09.01

10.01 e 11.01

11.01 a 13.01

14.01

18.01

19.01

20.01

22.01

26.01 e 27.01

28.01 (II)

30.01

31.01


pasta gráfica de 2019



papel A4
esferográficas e/ou lápis grafite

28.11.19

29.10.19

sem saber


vem o vento
e não sabemos
vai o vento
e permanece a questão



19.10.19

no século XVII


De Alberto Manguel no seu livro UMA HISTÓRIA DA CURIOSIDADE (tradução portuguesa, ed. Tinta da China, Lisboa, 2015):

Só muito mais tarde descobri que o questionamento podia ser outra coisa, uma espécie de emoção da demanda, a promessa de algo que se forma enquanto é formulado, uma progressão de perguntas que se multiplicam numa troca mútua entre duas pessoas e que não exigem conclusão.
(...)
Para uma criança, elas são tão essenciais à mente como o movimento o é ao corpo físico. No século XVII, Jean-Jacques Rousseau defendia que a escola tinha de ser um espaço onde a imaginação e a reflexão tivessem rédea livre, sem nenhum propósito prático óbvio nem objectivo utilitário. «O homem civil nasce, vive e morre na escravatura», escreveu. «Ao nascer, cosem-no em mantas; ao morrer, é pregado a um caixão; porquanto mantenha a figura humana, é acorrentado pelas nossas instituições.»
Não é preparando as nossas crianças para um qualquer comércio que a sociedade requeira, insistia Rousseau, que elas se tornam eficientes nas suas tarefas. Antes de serem capazes de criar algo verdadeiramente valioso, as crianças têm de ser capazes de imaginar sem restrições.



2.10.19

arte sacra


Haverá representação capaz de revelar tamanha expressão (mistério) de amor?


(lápis cera sobre madeira, 25x115cm, 1Out2019)


Não é pela razão que chegamos a Ti...
És Tu que Te revelas e convidas ao envolvimento, pessoal e universal...



8.8.19

urgência manual


(VI) (V)

(II) (I)

(IV) (III)


6.8.19

*


Quando nasce é para todos...




...e se acolhermos este fogo íntimo,
a luz propagar-se-á.

6.7.19

«E então?...

...Em que é que trabalhas? O que é que tens feito?...»


Entre outras tarefas,
esta semana "fiz isto":




(desenho original ano 2010)

5.6.19

cadernos e caderninhos


Comprei uma caixa grande para nela tentar reunir os meus muitos e variados cadernos de grafias, mas nestes processos de organização é difícil resistir à leitura, à viagem pelo passado.

Admito que significativa parte deste "diálogo" só tem valor para mim, no entanto, alguns apontamentos são mais abrangentes.
Por exemplo, do dia 30 de Julho de 2002:


«
Estamos sempre a chatear-nos com as crianças e na verdade estamos sempre a condicionar a energia e liberdade que lhes é tão característica.


Não corras dentro de casa.
Não jogues aqui.
Cuidado que partes isso.
Não desarrumes as coisas.
Cuidado com as escadas.
Não te chegues à varanda.


Na verdade talvez desejássemos "amarrá-los". Mas não, precisamos de os libertar. Para tal precisam de espaço, precisam de mexer, "bisbilhotar" para aprender e conhecer.
Acho que os espaços que habitamos são um real condicionamento para as crianças, não são criados a pensar nelas.

Devemos pensar a Arquitectura para as crianças pois é talvez a elas que mais afecta, dado que na fase da infância fazemos a descoberta do espaço, do nosso corpo, da medida das coisas, escalas e perspectivas...
O que fazer?
Projectar espaços amplos (exteriores?) onde possam jogar e libertar energias, deixando reservada a casa, a escola, a biblioteca, para as actividades mentais e actividades básicas (higiene, alimentação, repouso...)?

Haverá arquitectura de crianças e arquitectura de adultos?
Será que projectamos espaços que enclausuram "a criança que há em todos nós"? Será que concentramos as nossas vidas num domínio mental, desligado da experiência corpórea e aprendizagem sensorial?
Somos humanos engaiolados?
»


28.5.19

linhas e cores de Maio...


...sobre fotocópias de originais realizados em 2014
para o Concurso de Ilustração Infantil Trofa - Prémio Matilde Rosa Araújo...





...sobre tule e papel justapostos...







...num detalhe de proposta para painel...


(a aguardar resultado do concurso convite)