8.10.15

viagens



6.10.15

curiosidade...

 
...para seguir as pegadas?
 
 
 

3.10.15

década = dez anos


(…)
Já estou no avião.
Um avião quase ocupado em totalidade
Quantas pessoas, quantas histórias…
Quantas lágrimas, quantas alegrias…
Quantas expectativas, quantas meditações…
Quantas memórias, quantas marcas…
Quantas rotas cruzadas mas desconhecidas…
Quanta complexidade, diversidade de Seres.
Tanto tempo sem cronómetro.
Tanto.
Tão frágil.
Pode desaparecer num ápice, como grão de pó.
(…)
Oiço música de África mas que não é de Moçambique.
Quero e não quero ler o que escrevi neste tempo.
Quero e não quero ver as fotografias.
Quero e não quero (ou não consigo) pensar.
Tenho opções a fazer?...
Poderei continuar como se este tivesse sido um tempo breve de ausência, uma viagem?
O que foi este tempo?
(…)
Terei conseguido chegar às expectativas que levava? O que me impulsionava nesta viagem / estadia?
Conhecer África. Modos de vida tão distintos. Culturas tão diversas e ricas. Realidades diárias tão diferentes…
Ser um pouquinho mais útil, aprender que mais do que fazer há que saber estar e ser. Saber também receber, acolher as dádivas, ser humilde.
Escutar, ser paciente, confiante, não desesperar, aceitar cada ritmo, cada tempo próprio.
Aceitar-me.
(…)
Moçambique. África.
É tão distante! Parece que não estive lá… Do quão longe fiquei neste dois meses.
Quero partilhar o que vivi… Não vou ensinar novidades, apenas testemunhar o meu olhar. E que é somente isso: o meu simples olhar.
Sinto que recebi. Muito mais do que conseguiria dar.
Não sou, não fui missionária.
Sou, fui, tão somente Nídia.
(…)
Descemos para Lisboa.


03 Outubro 2005
A340 Francisco de Almeida | TP276
















1.10.15

agenda?


Sim! Agenda das nossas histórias ilustradas que continuam a circular.
Ora acompanhem:


- 10 e 11 de Outubro > Montemor-o-Velho > Munda Lusófono 2º Encontro Literário > A PLANTINHA DOS MEUS PAIS (Manuela Ribeiro)

- 15 e 16 de Outubro > Maceira > Agr. Escolas Henrique Sommer > VENDEDOR DE SAPATOS (Nídia Nair)

- 28 e 29 de Outubro > Maceira > Agr. Escolas Henrique Sommer > VENDEDOR DE SAPATOS (Nídia Nair)

- 3, 5, 10 e 12 de Novembro > Maceira > Agr. Escolas Henrique Sommer > VENDEDOR DE SAPATOS (Nídia Nair)

- 19 de Novembro > Fátima > Festival Literário Tabula Rasa > O MENINO QUE ACORDAVA AS ESTRELAS (Paulo Costa)

25 de Novembro > Leiria > J.I. dos Marinheiros > VENDEDOR DE SAPATOS (Nídia Nair)

- 28 de Novembro > Leiria > Livraria Arquivo > O PATO TORQUATO E A LATA AMARELA (Carla de Sousa)

- 12 de Dezembro > Lisboa > Cabine de Leitura > HISTÓRIA DO SENHOR SISUDO QUE SABIA TUDO TUDO (Manuela Ribeiro)

- 14 de Dezembro > Alcobaça > Biblioteca Municipal > A PLANTINHA DOS MEUS PAIS (Manuela Ribeiro)

20 de Dezembro > Leiria > Espaço Eça > HISTÓRIA DO SENHOR SISUDO QUE SABIA TUDO TUDO (Manuela Ribeiro)

E não ficaremos por aqui!



25.9.15

casa comum


A tal "casa comum" que muitas vezes referimos
pode ser preservada através de simples acções.
 
 

24.9.15

«Munda Lusófono»

 
Ocasião para «A Plantinha dos meus Pais» se dar a conhecer ao mundo
e confirmar que no mundo existem muitos e diferentes jardins de afectos.

 
 

16.9.15

Ai, alcavaleiro, alcavaleiro!


alcavaleiro, s.m. (ant.) arrematante das alcavalas;

alcavala, s.f. (ant.) imposto sobre as vendas e trocas; adicional.

9.9.15

"folha em branco"

 
...uma expressão adoptada para momentos "críticos" de trabalho.

Nestes primeiros dias de Setembro, visita-me a propósito de novo projecto de livro(s).

Textos que me pedem composições ilustradas que ainda não consigo definir...

 
(fragmento caligráfico de 17.06.2015)
 

1.9.15

coreografias...


...num dos momentos do Festival Afonso Lopes Vieira
(28,29,30 de Agosto - São Pedro de Moel)
 
 
 
 
Uma peneira guardava pequenos tesouros...
Tesouros anunciando poemas e melodias...
 
rosa para "TEORIA SOBRE AS COISAS FELIZES" (Carlos Lopes Pires)
barco noz para "NADA SE COMPARA CONTIGO" (Carlos Lopes Pires)
vela para "A CANÇÃO" (Carlos Lopes Pires)
balão para "COMO O SOL" (Paulo José Costa)
búzio para "SOPRO DA VOZ" (Paulo José Costa)
colar para "TREMURA" (Paulo José Costa)
algodão para "CORAÇÃO DE MULHER" (Acácio de Paiva)
folhas para "DANÇA DO VENTO" (Afonso Lopes Vieira)
 
 
 


27.8.15

perto...

 
...mas de certo modo distante,
no espaço e no tempo.
 





 
STOP ?
 


15.8.15

livros são projectos




 
 (livros fotografados sobre papel
com desenho técnico de projecto académico)
 

12.8.15

desenhar


Há trabalhos que nos remetem para outros trabalhos, por vezes de volta aos arquivos académicos.
Há trabalhos que relembram e consolidam lições: desenhar para aprender a olhar, para descodificar, para compreender estrutura e composição de elementos...

Foram muitas horas pelo Mosteiro dos Jerónimos (1º semestre da faculdade), com a sensação de aprendiz - minúscula - perante obra monumental!

 
 
 
 
(desenhos com caneta de tinta permanente, lápis de grafite,
lápis de cor, barra de carvão, sobre papel branco 42x30cm)
 
 

5.8.15

circular


c i r c u l a r
projectos em movimento
 
~=
 
artes plásticas
arquitectura
animação
 
 
Este mês de Agosto começou (continua) com tudo isso. Que bom!
 


31.7.15

final do mês...


...com final (princípio?) feliz!!!
 
 
 


27.7.15

quem tirou o balão?


Sei onde está mas não posso mostrar...
Está a compôr-se para um concurso.
 
 
 


24.7.15

na última folha...


...do bloco de papel apareceu uma família no circo:
artistas ou visitantes curiosos?
 
 
23.07.2015
 



22.7.15

rua Dom Dinis (III)


vulgarmente conhecida por Rua da Gráfica, no tardoz do antigo Banco de Portugal.

Se se detiverem num edifício de cor amarelo vivo poderão constatar que a loja está por arrendar,

mas a sua montra estará ocupada nos próximos dias.

"Deixei" ali uma rosa, desenhada com botões de cortiça num manto de tule e espuma.


Tal como a exposição, o autoretrato também é temporário...

 

rua Dom Dinis (II)


número 12
Preparativos para uma instalação artística na janela (montra).
...

20.7.15

rua Dom Dinis (I)


em Leiria.
Sim?
...

15.7.15

Dignidade


Quando acompanhamos a doença ou fragilidade de alguém é imprescindível preservar a DIGNIDADE da mesma.
Basta ter presente que - em qualquer etapa da vida - os papéis se podem inverter.


13.7.15

"Era uma vez..." (II)


...a secção transversal de uma pintura.
 
 
«Árvore festiva» - Nair, Julho 2015
(acrílico sobre tela 60x60cm)
 
  


11.7.15

muitos lugares


«
Desci. Sentei-me perto, muito perto da avó Agnette. Ficámos a olhar o verde do jardim, as gotas a evaporarem, as lesmas a prepararem os corpos para novas caminhadas. O recomeçar das coisas.
- Não sei onde é que as lesmas sempre vão, avó.
- Vão para casa, filho.
- Tantas vezes de um lado para o outro?
- Uma casa está em muitos lugares - ela respondeu devagar, me abraçou. - É uma coisa que se encontra.
»


OS DA MINHA RUA por ONDJAKI - Editorial Caminho, 2012, p140

9.7.15

"Era uma vez..."


Era (mais) uma vez
um cavalete improvisado em cima da secretária.
 
 
 
Será pintura com temperatura de verão?
 
> > >
 


8.7.15

corrente de ar...

 
...através dos ouvidos,
para dispersar tantos disparates escutados!
 
:/