2.4.15

'Dia Internacional do Livro Infantil'




 
Dois furos numa folha de papel.
Dois olhos desenhados.
Amplo campo visual.
Horizonte.
Menina nuvem.
 
Poderá uma história começar assim?
  
A folha viajou num envelope, em carta para uma menina hoje aniversariante.
Que seja longa e feliz a sua vida!!!
 

30.3.15

Novidades de Primavera


Estamos inquietas para poder revelar mais do que a capa deste novo projecto!
 

 
:)
 
 
 


27.3.15

'Dia Mundial do Teatro'


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Abram-se as cortinas aos artistas!!!


26.3.15

'Dia do Livro Português'

 
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um mar de possibilidades
 


22.3.15

Tertúlia Poesia (por) quê?


'Dia Mundial da Poesia'
 
21h30 > Centro Cívico - Sala Padre Amaro
 


 
Poesia Visual?

21.3.15

Poema de jogar à bola


'Dia Mundial da Árvore e da Poesia'
 
10h > Praça Rodrigues Lobo, Leiria
 






 
21.03.2015
 
 


20.3.15

Início da Primavera



 
 
Outras "plantinhas" a despertar...
 
 

19.3.15

Semana da Leitura / Dia do Pai

 
Mãos com Mundo
Mãos do Mundo
Mãos no Mundo
Mundo em todas as mãos...
 
 
 
Manhã muito gratificante na escola EB Gândara dos Olivais!
 
 


10.3.15

Mot?


Monumento?
 
Observatório?
 
Templo?
 
 
?
 


7.3.15

Sinagoga


Estive pela 1ª vez numa sinagoga.
Com o privilégio de escutar as explicações pormenorizadas da Sra. Teresa.
Aprender em contexto e sob testemunho directo pode ser mais "profundo"...


http://www.cm-tomar.pt/index.php/pt/visitar-2/sinagoga

4.3.15

4ªs feiras (II)

 
Uma bela sessão!
 
 
A repetir - isto é - com o próximo livro...
 
 

3.3.15

4ªs feiras...


...para a Associação SemprAudaz (Centro Cívico em Leiria) são sinónimo de programa "Falando dos Livros".
Amanhã, 4 de Março de 2015, lá irei com "Vendedor de Sapatos".

Os testemunhos recebidos nas diversas apresentações dizem que esta pequena história é uma história para várias gerações.
Isso é interessante, julgo eu!

23.2.15

coincidência

 
(substantivo feminino)

- acto ou efeito de coincidir; simultaneidade;
- estado de duas ou mais coisas que se ajustam perfeitamente;
- concomitância acidental de dois ou mais fenómenos; acaso;

De certo modo, a coincidência aumenta a responsabilidade no desempenho criativo!

11.2.15

plateia literária (II)


As fotografias estão desfocadas
mas todas as expressões em torno desta actividade
foram bem "plantadas"!
 
 

 
 
 


10.2.15

plateia literária


Amanhã,
a conversa de livros e ateliê criativo será com  O I T E N T A  crianças.
 
Que grande responsabilidade!
 
Felizmente está tudo preparado nas caixas de sapatos...
 
 
 

6.2.15

Apresentação

 
Estão dispostos a somar este par de mãos à vossa equipa?
 
 


30.1.15

oportunidade


Todo o Ser Humano é uma semente de oportunidade.
Rasgar a casca pode depender de outro Ser Humano que esteja atento e disposto a acreditar, a fertilizar o crescimento.
Em equipa.

29.1.15

Manufactura...

 
...em série?
 


 
Convites para uma festa,
seguindo tema proposto pel'aniversariante :)
 
 


26.1.15

composição


com papéis
com luz e sombra
com posições
 
 
cores entrelaçando volumes
 


18.1.15

Conversas

 
Falar com os livros.
Falar sobre os livros nas nossas vidas. 
 
 
 Visitando Escolas
 
22 Jan > EB1 Pinheiros
11 Fev > EB1 Pernelhas
4 Mar > Associação SemprAudaz
19 Mar > EB Gândara dos Olivais
9 Abr > Externato da Benedita
 


15.1.15

> > > > restart > >

 
 
«Princípio de Libertação» e «Re-exploração» | «Tormenta do Anjo» - Nair '2009
 
 


Revisão de conteúdos

 
ANFITEATRO
/Arena /Sala polivalente
s. m.  designação que se dá à construção circular ou oval com arquibancadas (assentos em degraus),

nos teatros, escolas, espaços exteriores (naturais ou artificiais);
 
ASSEMBLEIA
/Assistência /Auditório /Parlamento /Público
s. f.  reunião de pessoas no mesmo local, para determinado fim, para um debate, para resolver um problema;
 
COMUNIDADE
/Congregação /Identidade /Sociedade
s. f.  qualidade do que é comum; agrupamento de indivíduos que se caracteriza por acentuada coesão;
 
DIÁLOGO
/Conversa /Colóquio
s. m.  conversação entre duas ou mais pessoas;
 
FÓRUM
/Ágora /Assembleia /Local /Mercado /Praça
s. m.  reunião pública para discutir temas de importância;
 
 
Para que sejam mais do que palavras guardadas em dicionário, é preciso dinâmica. E espaços "aliciantes".
 
 

12.1.15

Vozes que cantam

 
Vozes que não deixam morrer.
Vozes que chegam através da palavra escrita.
Vozes de longe trazendo para perto outras realidades.
Vozes para escutar e procurar mudança.
 
«
Se permanece intacta a força dos landays*, parece que essa faculdade de improvisação perdura ao preço de um sobressalto cada vez mais desumano. Porque no exílio a mulher pashtun se encontra privada de todas as suas tarefas e prerrogativas. Confinada à área da sua tenda, ela é cada vez mais limitada pela pressão acrescida dos preconceitos religiosos. Já não tem os campos a cultivar, já não tem licença de andar com o rosto descoberto, nem a liberdade de cantar e dançar durante os casamentos. Torna-se uma espécie de peixe lançado fora da água e que expira, semelhante a uma planta arrancada que seca sob um sol escaldante.
Quanto aos homens, não se apercebem da dor das mulheres. Consideram-nas como auxiliares úteis que trouxeram consigo, como os camelos, as cabras ou os cavalos que constituem o seu património. No entanto, sem que o saibam ou sintam, as mulheres deixaram de lhes pertencer. Deixaram os seus corações longe e as suas almas vagueiam ainda pelos vales do Afeganistão. Por excesso de sofrimento, por redobrada mutilação, conseguem mais uma vez enganar os seus companheiros e destituí-los do seu bem, pois são apenas seres desertos.
Simultaneamente dura e terna, astuciosa e ingénua, violenta e doce, a mulher pashtun personifica a exilada absoluta. Mantém-se à distância da sua alma e sobrevive como que separada do seu coração. Excepto no que diz respeito ao combate patriótico - permanece indiferente às gesticulações dos homens assim como aos jogos das crianças. O seu único desejo é ir uma vez mais buscar água à fonte da sua aldeia, junto às altas montanhas nevadas.
 
Esta mulher exilada não pára de morrer
Voltai-lhe o rosto para a terra natal, para que ela exale o seu último suspiro

»
 
A VOZ SECRETA DAS MULHERES AFEGÃS por SAYD BAHODINE MAJROUH (1928-1988)
Versão portuguesa por ANA HATHERLY - Editora Cavalo de Ferro, 2005, pp 48-49

 
*género particular na poesia popular/oral em língua pashtun
 
 

7.1.15

Je suis...

 
Je suis pour la Paix.