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9.10.17

de geração em geração


Uma "festa de aniversário" com sessão de história que foi mais uma oportunidade
- um privilégio!!! -
para o senhor careca se dar a conhecer.


E muito contente se juntou às meigas vozes que cantaram "Parabéns à Maria"...



25.8.17

Poesia e Música (II)


celebrar a amizade, as artes
celebrar a arte da amizade


31.7.17

herança...



...para elas, por elas, com elas:
as crianças de hoje e de amanhã!


:)





1.6.17

sobre bolhas


...ou borbulhas:
ploc, ploc, ploc!






25.4.17

PT25/74


mãos
dedos
como mapas possíveis
na liberdade dos gestos


Sejamos múltiplos de "Abril"!



14.9.16

Escola


Directa ou indirectamente, todos acompanhamos os ciclos escolares.
Significa isto que "a escola" é um espaço-tempo fundamental à sociedade.
Acreditando que somos co-responsáveis, procuremos estar atentos para criar melhores oportunidades de aprendizagem:

sobre o mundo que habitamos, sobre nós próprios e sobre as relações que vamos tecendo infinitamente.

Que 2016/2017 seja um novo ciclo de alegrias!




23.8.16

Homenagem


«Árvore em pânico» e «Floresta» são duas ilustrações criadas em Setembro de 2013 no contexto comemorativo do Dia Nacional dos Bombeiros, que já foram expostas noutros momentos com outros dos meus trabalhos em cortiça.

Neste espaço virtual venho reforçar a homenagem aos Soldados da Paz...



No espaço físico que agora ocupam, espero que animem a coragem diária de quantos voluntária e destemidamente procuram salvaguardar vidas!

14.5.16

Dia Mundial do Comércio Justo


É importante conhecer para melhor - e justamente - comercializar.
 

13.5.16

geometria de percursos... (II)


...no caderno.

"Trouxe caneta preta e lápis de cera para desenhar – em vez de fotografar – mas nem lhes peguei. As minhas notas de viagem são quase sempre escritas. Cores, texturas, cheiros, detalhes, ficam registados na memória com intensidade! As imagens (mapas, desenhos, fotos) são fragmentos activadores. As palavras também e não captam nem transmitem tudo. Tentam expressar o que é graficamente abstracto? Não sei. Não interessa. O registo, seja qual for o modo ou suporte, é apenas registo pessoal. Não se substitui à experiência e muito menos aos lugares. É mediador: para a própria pessoa que regista ou para outros eventuais intervenientes.

Enquanto arquitecta, cada vez mais confirmo que o sentido da Arquitectura são as vivências que os habitantes/ocupantes nelas estabelecem. O fim ou objectivo de criar espaços e edifícios não pode ser um portfolio de autor nem oportunidade de trabalho para empresas construtoras. Isso são etapas. A essência e valor da Arquitectura é a vivência validada por cada habitante, interveniente.

Vem este tema a que propósito?

Um alerta a quem gere e decide sobre o Bem Público: espaços e equipamentos culturais, sociais... ... ... só servem o território se houver programação, manutenção, ocupação, continuidade, entrega afectiva dos cidadãos. De outro modo, tornam-se museus obsoletos compondo um espólio obsoleto e degradado.
A cidade (ou vila, aldeia) é um órgão vivo cujo bom funcionamento depende da rede de ligações activas estabelecidas a diversos níveis.
Fácil? Não é. Vital? Sim. Por isso exige uma entrega empenhada por parte de todos.
Infelizmente, existem demasiados “divórcios” entre agentes políticos, agentes culturais, agentes educadores, agentes utentes, agentes gestores, agentes fiscalizadores, agentes ausentes, agentes destruidores... agentes.

E assim estagnaremos como meros sobreviventes."


(07.05.2016)



12.5.16

Uma? Todas!

 
Direitos Universais
 
 

28.4.16

na selva

 
O mundo pode ser uma selva (ainda mais imprevisível) para qualquer ser que tenha algum tipo de limitação, permanente ou temporária.
 

22.4.16

Dia Internacional da Terra

 
Dia feliz para todos os que acreditam que a Terra pode ser um lugar especial!
 
 

 
«O Menino que acordava as Estrelas»
de Paulo Costa (texto) e Nídia Nair (ilustrações)
 


28.2.16

Ser tia...


...é ter o privilégio de assistir aos primeiros fôlegos de uma criança,
abraçá-la preciosamente na sua chegada ao mundo,
desconhecendo quantos momentos cúmplices assim viverão ao longo da vida.


Somam-se anos, décadas, gerações... e nenhuma das histórias (de cada sobrinha/o) é comparável!

Hoje a data é da...

 
 

19.1.16

31.12.15

~ ~ ~


O mundo precisa de paz e perdão.
Não precisa de julgamentos e críticas destrutivas.


O mundo precisa de perdão e confiança, precisa acreditar na renovação.
O mundo precisa de rostos luminosos e sorridentes.

O mundo,
numa corrente de vida universal infinita...



23.12.15

Year of light (II)

 
2015 - Ano Internacional da Luz - quase a terminar.
Teremos alcançado os nossos propósitos?
Conseguimos equilibrar luzes e sombras?
 
Que haja em cada um, um tempo adequado para sentir e decidir:
reacender as brasas ou inaugurar outra matéria?
 
 
Que os presentes sejam a presença respirada de sol a sol, de lua a lua!
 
 

25.11.15

sem violência

 
Tentemos viver sem violência,
independentemente da categorização ou justificação que lhe seja atribuída.
 
 


3.10.15

década = dez anos


(…)
Já estou no avião.
Um avião quase ocupado em totalidade
Quantas pessoas, quantas histórias…
Quantas lágrimas, quantas alegrias…
Quantas expectativas, quantas meditações…
Quantas memórias, quantas marcas…
Quantas rotas cruzadas mas desconhecidas…
Quanta complexidade, diversidade de Seres.
Tanto tempo sem cronómetro.
Tanto.
Tão frágil.
Pode desaparecer num ápice, como grão de pó.
(…)
Oiço música de África mas que não é de Moçambique.
Quero e não quero ler o que escrevi neste tempo.
Quero e não quero ver as fotografias.
Quero e não quero (ou não consigo) pensar.
Tenho opções a fazer?...
Poderei continuar como se este tivesse sido um tempo breve de ausência, uma viagem?
O que foi este tempo?
(…)
Terei conseguido chegar às expectativas que levava? O que me impulsionava nesta viagem / estadia?
Conhecer África. Modos de vida tão distintos. Culturas tão diversas e ricas. Realidades diárias tão diferentes…
Ser um pouquinho mais útil, aprender que mais do que fazer há que saber estar e ser. Saber também receber, acolher as dádivas, ser humilde.
Escutar, ser paciente, confiante, não desesperar, aceitar cada ritmo, cada tempo próprio.
Aceitar-me.
(…)
Moçambique. África.
É tão distante! Parece que não estive lá… Do quão longe fiquei neste dois meses.
Quero partilhar o que vivi… Não vou ensinar novidades, apenas testemunhar o meu olhar. E que é somente isso: o meu simples olhar.
Sinto que recebi. Muito mais do que conseguiria dar.
Não sou, não fui missionária.
Sou, fui, tão somente Nídia.
(…)
Descemos para Lisboa.


03 Outubro 2005
A340 Francisco de Almeida | TP276
















25.9.15

casa comum


A tal "casa comum" que muitas vezes referimos
pode ser preservada através de simples acções.
 
 

15.7.15

Dignidade


Quando acompanhamos a doença ou fragilidade de alguém é imprescindível preservar a DIGNIDADE da mesma.
Basta ter presente que - em qualquer etapa da vida - os papéis se podem inverter.