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1.5.18

"desenhar a planta?"


E fazer muito, muito mais, ao longo de várias etapas!

Por isso vamos às escolas conversar sobre arquitectura.





" - E a tua janela: será a mais bela?
O que vês para além dela?.."




17.6.17

convite irrecusável


Desafiados pelas professoras, os alunos do 4º ano da Escola Básica da Barosa imaginaram, escreveram, ilustraram e dramatizaram uma história: "Uma Aventura na Livrolândia".

Para ao longo dos anos melhor recordar este projecto, decidiram publicar em edição limitada.


Ge-ne-ro-sa-men-te convidaram-me a compôr ilustrações para capa e contracapa. Quanta honra!






Parabéns pelo vosso empenho e alegria!

1.4.17

Escola(s)



Para alcançar outros horizontes...
é importante aprender, arriscar e treinar.







Participação no Dia Aberto do Agrupamento de Escolas de Marrazes
com breve ateliê de artes manuais.

11.8.16

princípio


Uma porta, uma passagem, um elemento de comunicação.



Por esta porta me guiaram
(me apresentaram ao colo) ao sacramento do Baptismo.
Uma porta, uma passagem, um elemento de comunicação, entrada e saída, movimento, liberdade, compromisso.

Degraus também. Estes ou outros ao longo da vida.


Recuar ou explorar?
Tropeçar?
Ultrapassar?
Sem movimento talvez não haja resposta e a meta pode ser recomeço.

No íntimo de cada ser se regista o caminho...

28.4.16

na selva

 
O mundo pode ser uma selva (ainda mais imprevisível) para qualquer ser que tenha algum tipo de limitação, permanente ou temporária.
 

3.10.15

década = dez anos


(…)
Já estou no avião.
Um avião quase ocupado em totalidade
Quantas pessoas, quantas histórias…
Quantas lágrimas, quantas alegrias…
Quantas expectativas, quantas meditações…
Quantas memórias, quantas marcas…
Quantas rotas cruzadas mas desconhecidas…
Quanta complexidade, diversidade de Seres.
Tanto tempo sem cronómetro.
Tanto.
Tão frágil.
Pode desaparecer num ápice, como grão de pó.
(…)
Oiço música de África mas que não é de Moçambique.
Quero e não quero ler o que escrevi neste tempo.
Quero e não quero ver as fotografias.
Quero e não quero (ou não consigo) pensar.
Tenho opções a fazer?...
Poderei continuar como se este tivesse sido um tempo breve de ausência, uma viagem?
O que foi este tempo?
(…)
Terei conseguido chegar às expectativas que levava? O que me impulsionava nesta viagem / estadia?
Conhecer África. Modos de vida tão distintos. Culturas tão diversas e ricas. Realidades diárias tão diferentes…
Ser um pouquinho mais útil, aprender que mais do que fazer há que saber estar e ser. Saber também receber, acolher as dádivas, ser humilde.
Escutar, ser paciente, confiante, não desesperar, aceitar cada ritmo, cada tempo próprio.
Aceitar-me.
(…)
Moçambique. África.
É tão distante! Parece que não estive lá… Do quão longe fiquei neste dois meses.
Quero partilhar o que vivi… Não vou ensinar novidades, apenas testemunhar o meu olhar. E que é somente isso: o meu simples olhar.
Sinto que recebi. Muito mais do que conseguiria dar.
Não sou, não fui missionária.
Sou, fui, tão somente Nídia.
(…)
Descemos para Lisboa.


03 Outubro 2005
A340 Francisco de Almeida | TP276
















12.8.15

desenhar


Há trabalhos que nos remetem para outros trabalhos, por vezes de volta aos arquivos académicos.
Há trabalhos que relembram e consolidam lições: desenhar para aprender a olhar, para descodificar, para compreender estrutura e composição de elementos...

Foram muitas horas pelo Mosteiro dos Jerónimos (1º semestre da faculdade), com a sensação de aprendiz - minúscula - perante obra monumental!

 
 
 
 
(desenhos com caneta de tinta permanente, lápis de grafite,
lápis de cor, barra de carvão, sobre papel branco 42x30cm)
 
 

5.8.15

circular


c i r c u l a r
projectos em movimento
 
~=
 
artes plásticas
arquitectura
animação
 
 
Este mês de Agosto começou (continua) com tudo isso. Que bom!
 


11.7.15

muitos lugares


«
Desci. Sentei-me perto, muito perto da avó Agnette. Ficámos a olhar o verde do jardim, as gotas a evaporarem, as lesmas a prepararem os corpos para novas caminhadas. O recomeçar das coisas.
- Não sei onde é que as lesmas sempre vão, avó.
- Vão para casa, filho.
- Tantas vezes de um lado para o outro?
- Uma casa está em muitos lugares - ela respondeu devagar, me abraçou. - É uma coisa que se encontra.
»


OS DA MINHA RUA por ONDJAKI - Editorial Caminho, 2012, p140

18.1.15

Conversas

 
Falar com os livros.
Falar sobre os livros nas nossas vidas. 
 
 
 Visitando Escolas
 
22 Jan > EB1 Pinheiros
11 Fev > EB1 Pernelhas
4 Mar > Associação SemprAudaz
19 Mar > EB Gândara dos Olivais
9 Abr > Externato da Benedita
 


30.11.14

Três meses


Setembro, Outubro, Novembro

Há três meses que o livro «Vendedor de Sapatos» anda na estrada, sobre rodas ou pés calçados.
Três meses. Trimestre. Tempo de balanço.


> Encontros e conversas com entrega mão em mão.
> Encomendas e envio através de CTT.
> Apresentações, conversas e dinâmicas para públicos e contextos variados.
> Comentários e referências nalguns meios de comunicação (imprensa local, blogs, sites).
> Agenda de Dezembro e convites alinhavados para o próximo ano 2015.


Procuro inovar cada um desses momentos e por isso a interacção que acontece é sempre uma surpresa!
Se têm sido surpreendidos, continuem a convidar, interagir, oferecer, recomendar.


Três meses?
É um "bébé" com tanto mundo para aprender!


"Shoes on or barefoot, I won't stop walking!" (neste e noutros projectos...)

24.11.14

'Dia Mundial da Ciência'


Que alterações acontecem na estrutura de um material quando sujeito a diferentes acções, por diferentes instrumentos?









 
 


A análise microscópica pode ser um portal fascinante!

2.11.14

Soltar...


... texturas.
 
 
E fantasias.
 
 


31.10.14

Soltar a mão...


... com linhas e apontamentos de cor.
 
 
 
 

25.10.14

Sem pretexto


Sair para caminhar. Perto do rio, dos caniços à ponte cor de rosa.
As mãos tiram da mochila uma rolha e dois discos em cortiça. Para ginásticas acrobáticas brincadas, testando reflexos e destreza de braços. Coordenação de movimentos.
Há pavimento com placas rectangulares entre a relva prado. Um percurso que convida a jogar. Sem pretexto. Saltitar, cruzar os pés, rodar o corpo.
Sente-se o sol quente cruzando a humidade nocturna ainda presente. Nas árvores, nos demais elementos envolventes.
Algumas folhas deslizam no ar. Em suave sentido vertical descendente. Porque é outono, porque é já tempo de mudança. Ou sem pretexto, também.
Sentir alegre, sentir criança.
Criança?
Os adultos precisam de pretexto para brincar?
Por vezes é tão fácil e simples estar aqui, ser aqui, no mundo.


(sem data, por opção)


14.10.14

«

 
Já leram a história do «Vendedor de Sapatos»?
 
Que tal treinar a aprendizagem de línguas com jogo/dicionário ilustrado?
Alemão, Espanhol, Francês, Inglês e Russo
 
Na escola, em família, numa festa ou em viagem… divirtam-se!!!
 
 
 
 

 
MATERIAL
1 bolsa
8 cartões páginas ilustrações
5 conjuntos x 54 cartões palavras
 
SOB ENCOMENDA
a partir de 19 de Outubro
 
 
 
 


3.10.14

Uma questão de treino?

 

 
:)
 


15.9.14

Aprender, Brincar, Crescer



 
Poesia Visual | Caderno III | Folha 7
 
15 Setembro 2012


16.7.14

Camisola(s)...

 
...de viajante.
Em busca de amor ou sorte?
 
 
«Viajante» - tam/C4anos
 
(Encomenda)