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29.10.19

sem saber


vem o vento
e não sabemos
vai o vento
e permanece a questão



11.7.18

poder











11.5.18

x







5.8.16

resultado... (II)


...de outra encomenda que me foi confiada.
Amanhã integrará um "cabaz de presentes" para um casal que assumirá compromisso de Matrimónio.



Apenas caligrafei mas faço votos que preservem estes ingredientes por toda a vida!



28.2.16

Ser tia...


...é ter o privilégio de assistir aos primeiros fôlegos de uma criança,
abraçá-la preciosamente na sua chegada ao mundo,
desconhecendo quantos momentos cúmplices assim viverão ao longo da vida.


Somam-se anos, décadas, gerações... e nenhuma das histórias (de cada sobrinha/o) é comparável!

Hoje a data é da...

 
 

18.6.15

'Dia Mundial dos Refugiados'

 
20 de Junho
 
 ...
 


6.1.15

Postais


Sugestões simples,
para quem - em propósito de novo ano - pretenda trocar correspondência manuscrita e colorida!


 
Caneta para escrever...
 

Tesoura para cortar palavras aborrecidas...
 

Carrinha para chegar aos destinos mais longínquos...

?
...
 

3.10.14

Uma questão de treino?

 

 
:)
 


19.8.14

'Dia Mundial da Fotografia'


«
Deus! Que surpresas tens para mim!
Não tinha nem pousado este meu caderninho quando Irmã Clara perguntou se eu queria ir com Stélio buscar os cocos que havia encomendado. Sim, claro… Vou só pousar o caderno…



Fomos à Missão de Mongué, a 15km de Maxixe. Para lá de Chicuque e Nhabanda. É uma antiga missão que está agora abandonada. Um lugar fantástico voltado para a baía, numa zona onde esta entra já bem terra a dentro.


Aí estava uma mamã que nos pediu que a acompanhássemos até aos cocos. Lá a seguimos, pelo mato, no seu passo ágil e confiantemente apressado (apesar da sua idade). Por vezes eu parava para fotografar e depois dava uma corridinha. Tão pouco falam as fotografias daquilo que vi!!



O caminho era subido e de repente estamos num miradouro sobre a baía… Que lugar! Só consigo pensar Obrigada! Este foi um daqueles instantes de emoção forte para o olhar, dos que nos deixam sem fôlego! A baía a beijar a terra! Os coqueiros inclinados sobre a água, dançados pelo vento! E as palhotas… ali, apenas, nesse silêncio isolado, paraíso de paz…


Sinto-me honrada por poder gozar esse momento, esse lugar que os olhos bebem admirados. A conversa ‘dialectada’ que não percebo: entre a mamã, Stélio, o rapaz apanhador de cocos… o pequenito gato que nos roça os pés. O contar de cocos, a ‘discussão’ amiga do preço, e por fim o ‘papá’ que é o dono dos cocos. Saúda-nos num português correctíssimo, que denuncia ainda o convívio com os portugueses de outros tempos. O seu pedido de desculpa por não conseguir os 200 cocos pretendidos… Obrigada… Adeus… Deus convosco no regresso… O aperto de mãos moçambicano, sempre respeitoso.


Descemos.
Já escureceu. Escutam-se grilos ou cigarras.
O que quero é deixar pousar em mim todo este momento, este privilégio…



Sinto ainda nos pés o calor apressado da subida, o leve latejar quente do sangue sob a pele. Tenho areia e pó nas sandálias - como presença desta terra acolhedora – mas não as descalço ainda…

Tão simples os paraísos da vida

E tanto, que as palavras também não sabem dizer…
»


Diário, 27 Set 2005

18.8.14

? » novo livro !

 
Vou publicar um livro. 
Sim, um livro infantil com texto e ilustrações de minha autoria e produção editorial Textiverso Lda.
Com a prova tipográfica em mãos - entusiasmada q.b. - venho anunciar que está aberta a fase para encomendas.
 
Uma história em família sobre distâncias e aprendizagens.
Uma carrinha branca e sapatos de muitas cores.
Um livro para ler ver em português e em inglês.
Um pretexto para conversar... e também
- porque não - pesquisar sobre a Indústria do Calçado.
 
 
Formato 23x15cm | 24 pp | Preço de lançamento: 6,50€
 
 
Quanto às sessões de apresentação, breve breve estarão a acontecer!
 
 

13.8.14

?

 
"Mais vale tarde do que nunca."
 

E acreditem que está quase a chegar!
 
:]
 


11.7.14

'Dia Mundial da População'



 
 
Poesia Visual  |  Caderno II - Habitat  |  Página 1
 
9 Setembro 2012
 
 

28.10.13

'A Música e a Poesia'





...e outras belas coregrafias artísticas.
Estejam atentos... Apareçam!



16.10.13

professoras...


...e carimbos!


Na biblioteca,


nas aulas de Educação Básica,


nas aulas de Geometria


e/ou Matemática.

Boas aprendizagens!


22.3.13

poesia visual

 
 
Caderno IV
CODIGO UNIVERSAL
 
 
(pág.11 e 12)
 
Setembro 2012
 
 


19.2.13

«Labirinto Íntimo:


Diário de Passagens no Feminino»
por Eva F.
 
 
O novo livro de Paulo Renato Cardoso
 
que será publicado, muito em breve, pela Chiado Editora.
 
 
 
A mim,
a renovação de confiança para leitura e criação de ilustrações...
 
 
 
 
Fiquem atentos às livrarias!...
 
 

28.11.12

lugares especiais


As texturas,
as formas,
as cores,
as dimensões... dos livros,

podem - devem - ser como as histórias que contam: surpreendentes e inspiradoras!

Os livros convidam-me desde a infância e atravessam diversas áreas do meu percurso.

Acreditam que os esqueceria nas reinvenções de rolhas de cortiça?!

;)


 















Boa estadia...


20.9.12

poesia visual

 
 
Caderno I
ELEMENTOS


 
 
 
Caderno II
HABITAT
 
(esq. verso p1 "Abrigo 1º", dir. p3 "Aconchego")



Caderno III
PONTO CENTRAL
 


Caderno IV
CÓDIGO UNIVERSAL
 
 
(esq. p26, dir. p7)

(esq. p8, dir. p25)

 
---
 
 
 


10.4.12

Chove


'Pensar' é o que nos distingue - segundo pressupostos gerais - dos demais seres vivos.
Ter consciência e optar - conforme limites contextuais - em função dessa consciência. Escolher, ponderar, analisar hierarquias de
valores.

'Pensar'. É o que nos distingue.
Será?
Não lutamos mais pela sobrevivência do que essencialmente pela vivência?
Ter abrigo, alimento, energia para aguentar adversidades - naturais ou artificiais.
Para isso um trabalho, um bem de troca que assegure lugar, alimento, protecção.
Até lá, crescer, aprender um ofício, ganhar autonomia física e financeira.
...
E quando isso não é alcançável? Porque o meio é sub ou sobre desenvolvido numa selva hostil, competitiva, balizada por lucro, dinheiro, bens materiais?

O que fazemos, então?
O que somos, então?
O que nos distingue, afinal?


Se o esforço não gera os resultados esperados - que garantam o mínimo essencial -, o que fazer? Desistir? Persistir?
Como? Recomeçando? Redireccionando? Iludindo o tempo?

Tento criar, tento aprender, viajo pelas palavras, caminho, procuro, saboreio, espero (e às vezes desespero), esperamos...
Estou aqui. Sou aqui. Se agora terminasse a existência - como a conhecemos - quem tinha sido? Que sentido? Que continuidade? Que energia transformada?

Tantas interrogações e tão voláteis respostas...


Querer sentir que faz sentido.
Que há amor na procura.
Que não somos sós. Que forças motrizes nos impelem, chamam, animam, convidam!
Que de tudo, de toda a circunstância, em todas as vidas, há potencial de criação, germinação, transferência, testemunho,
contágio, pontes de afecto, fortalecimento.

Pensar. Estar. Ser. Presentear. Acolher.
Onde e quando não são os advérbios mais pertinentes...


Se outra vida houver, acredito (desejo?) que não conhecerá limites de espaço ou tempo.
Ínfimo e Infinito serão (são?) o mesmo. Existência una.


(...)
Chove.
Outras vezes há sol.
Há dia e há noite. Ciclos.
Todo o universo é orbital.

=)