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5.6.19

cadernos e caderninhos


Comprei uma caixa grande para nela tentar reunir os meus muitos e variados cadernos de grafias, mas nestes processos de organização é difícil resistir à leitura, à viagem pelo passado.

Admito que significativa parte deste "diálogo" só tem valor para mim, no entanto, alguns apontamentos são mais abrangentes.
Por exemplo, do dia 30 de Julho de 2002:


«
Estamos sempre a chatear-nos com as crianças e na verdade estamos sempre a condicionar a energia e liberdade que lhes é tão característica.


Não corras dentro de casa.
Não jogues aqui.
Cuidado que partes isso.
Não desarrumes as coisas.
Cuidado com as escadas.
Não te chegues à varanda.


Na verdade talvez desejássemos "amarrá-los". Mas não, precisamos de os libertar. Para tal precisam de espaço, precisam de mexer, "bisbilhotar" para aprender e conhecer.
Acho que os espaços que habitamos são um real condicionamento para as crianças, não são criados a pensar nelas.

Devemos pensar a Arquitectura para as crianças pois é talvez a elas que mais afecta, dado que na fase da infância fazemos a descoberta do espaço, do nosso corpo, da medida das coisas, escalas e perspectivas...
O que fazer?
Projectar espaços amplos (exteriores?) onde possam jogar e libertar energias, deixando reservada a casa, a escola, a biblioteca, para as actividades mentais e actividades básicas (higiene, alimentação, repouso...)?

Haverá arquitectura de crianças e arquitectura de adultos?
Será que projectamos espaços que enclausuram "a criança que há em todos nós"? Será que concentramos as nossas vidas num domínio mental, desligado da experiência corpórea e aprendizagem sensorial?
Somos humanos engaiolados?
»


28.5.19

Museu Escolar


No contexto celebrativo do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio), aconteceram duas oficinas de sensibilização patrimonial no Museu Escolar de Marrazes com alunos do 3º ciclo (Escola Secundária Afonso Lopes Vieira e Escola Básica 2/3 Marrazes).
Falámos de museus, escolas, espólios, conservação, serviços educativos, comunidade... herança do passado em continuidade para o futuro.
E convidámos os alunos a criarem "espólio" (jogos da memória) para outros públicos e instituições. Corresponderam com criatividade e boa disposição e depois ofereceram: pessoalmente ou via CTT.


14 Maio - ESALV

15 Maio - EB23M

Excelente!

28.7.18

pormenor


Pormenores fazem toda a diferença e podem ser decisivos para fundamentar o carácter de intervenção patrimonial.

Aqui o pormenor de uma porta a recuperar...


...e com ela toda uma casa de família.

Ponto de partida para novo projecto de arquitectura!

5.7.18

Julho...

...será mês de oficinas de verão pela Associação ABC Nature e mais uma vez terei oportunidade de colaborar com a equipa.

> 11 Julho - S. Pedro de Moel - "Arquitectar... uma casa d'Árvore?"
> 16 Julho - Vieira - "Arquitectar... um farol na praia?"

Conto convosco, criativos com idades entre 9 e 12 anos!


11.6.18

N109


Ida e volta até à STEEL & STONE .
Até final de Setembro, em trabalho temporário.

Serão bem recebidos!

1.5.18

"desenhar a planta?"


E fazer muito, muito mais, ao longo de várias etapas!

Por isso vamos às escolas conversar sobre arquitectura.





" - E a tua janela: será a mais bela?
O que vês para além dela?.."




10.4.18

cabana







Também é espaço arquitectónico?
...
Quanto a mim, sim!


6.7.17

apreciação


O tempo encarregar-se-á de reunir diversas apreciações.
Por agora, aos mais directos intervenientes, é concedida a tranquila satisfação pela missão cumprida!
Etapa por etapa, tudo se processou sem pressas nem imprevistos.


/idealização
/proposta e planificação
/adjudicação e entrega de elementos envidraçados
/execução de pintura artística
/recolha de elementos envidraçados pintados
/montagem em caixilharia
/aplicação em vão de janela




(fotografias Arq. Sandra Abrunhosa)

Aguardo notícias da inauguração e poder ver no local a pintura que realizei.
Até breve, Freixo de Espada à Cinta!

24.2.17

{ }


Fechámos a porta desta casa que nos recebeu durante as últimas semanas.


Grata a todos que acompanha(ra)m o projecto!

22.2.17

padrões


sobre plano horizontal...


ou contra plano vertical,





(com tendência para a tridimensionalidade).

21.2.17

sob(re) iluminação


natural - artificial


matéria - imaterialidade


luzes - projecções











20.2.17

pavimentos...


...e alinhamentos, que podem sugerir percursos ou definir limites.









(experiências com papéis de imprensa)

13.2.17

...até à porta nº19


Irrequietem-se!
Visitem!






Creio que não se arrependerão.


12.2.17

um momento...


...performativo,
inaugurando a exposição «Arquitecta irrequietA».


(Inesa Markava e Nídia Nair fotografadas por Natália Narciso)


16.1.17

1ª etapa/


/ exposição para público em geral.


2ª etapa
/ exposição e ateliês em bibliotecas escolares.


15.11.16

Dto


Arquitectar não é "brincar aos desenhos".
Arquitectar é uma actividade complexa cujo sucesso depende da harmonia (respeito) entre os vários intervenientes e respectivas competências.
Arquitectar não é "uma etapa supérflua".
Arquitectar é fundamental e a verdade (beleza) precisa de tempo e condições básicas para se tornar possibilidade vivencial.


O exercício da arquitectura segue princípios éticos e os seus profissionais também têm direito à dignidade!

13.5.16

geometria de percursos... (II)


...no caderno.

"Trouxe caneta preta e lápis de cera para desenhar – em vez de fotografar – mas nem lhes peguei. As minhas notas de viagem são quase sempre escritas. Cores, texturas, cheiros, detalhes, ficam registados na memória com intensidade! As imagens (mapas, desenhos, fotos) são fragmentos activadores. As palavras também e não captam nem transmitem tudo. Tentam expressar o que é graficamente abstracto? Não sei. Não interessa. O registo, seja qual for o modo ou suporte, é apenas registo pessoal. Não se substitui à experiência e muito menos aos lugares. É mediador: para a própria pessoa que regista ou para outros eventuais intervenientes.

Enquanto arquitecta, cada vez mais confirmo que o sentido da Arquitectura são as vivências que os habitantes/ocupantes nelas estabelecem. O fim ou objectivo de criar espaços e edifícios não pode ser um portfolio de autor nem oportunidade de trabalho para empresas construtoras. Isso são etapas. A essência e valor da Arquitectura é a vivência validada por cada habitante, interveniente.

Vem este tema a que propósito?

Um alerta a quem gere e decide sobre o Bem Público: espaços e equipamentos culturais, sociais... ... ... só servem o território se houver programação, manutenção, ocupação, continuidade, entrega afectiva dos cidadãos. De outro modo, tornam-se museus obsoletos compondo um espólio obsoleto e degradado.
A cidade (ou vila, aldeia) é um órgão vivo cujo bom funcionamento depende da rede de ligações activas estabelecidas a diversos níveis.
Fácil? Não é. Vital? Sim. Por isso exige uma entrega empenhada por parte de todos.
Infelizmente, existem demasiados “divórcios” entre agentes políticos, agentes culturais, agentes educadores, agentes utentes, agentes gestores, agentes fiscalizadores, agentes ausentes, agentes destruidores... agentes.

E assim estagnaremos como meros sobreviventes."


(07.05.2016)



28.4.16

na selva

 
O mundo pode ser uma selva (ainda mais imprevisível) para qualquer ser que tenha algum tipo de limitação, permanente ou temporária.
 

22.2.16

Luz na Primavera

 
Vamos pintar e descobrir?
 
Falta exactamente um mês.